30 de abril de 2012

Nunca acreditei na frase "felizes para sempre". 
Eu não nasci para ser a princesa da torre que espera o príncipe encantado salva-lá. 
Mas sempre acreditei no tão famoso amor.
Acreditei por poder enxergar isso em todos os beijos de boa noite da minha mãe -até mesmo nos sermões-, nos abraços cansados do meu pai depois de um longo dia de trabalho, nas cócegas com a minha irmã, nas doces palavras e nos xingamentos daqueles que são meus amigos.
Há muitas formas de amor ao nosso redor e as pessoas não percebem por estarem sempre a procura daqueles amores que duram apenas 90 minutos nos filmes.
Eu tive um amor desse tipo. Ele acabou e isso não significa que não foi amor. 
Era algo que me fazia muito bem, que me fez crescer e evoluir de uma forma gigantesca. Mas teve um fim. O que também me fez crescer e fez eu ver o mundo de uma maneira totalmente diferente.
Mesmo com tanta decepção, tantas lágrimas e tanta desilusão -o que diz respeito a outro texto- eu ainda acho que tem alguém la fora para me transbordar, pois nós devemos completar a nós mesmo e achar alguém para nós fazer ir além.
Enquanto eu busco me completar, desejo àquele que já foi meu amado todas as melhores coisas do mundo, principalmente que haja felicidade em sua vida. Pois independente do que aconteça, ele sempre terá uma parte do meu coração reservada , mesmo que não exista mais amor, que é o caso. Porém existem as lembranças e palavras que não foram proferidas ao vento, que hoje já não valem mais nada, mas naquele momento eram tudo e valiam mais do que qualquer coisa . . .

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